Temos observado os muitos questionamentos a respeito da Igreja dos nossos dias e nos perguntamos se as criticas provem do amor ou de sentimentos de insatisfação e justiça própria. Sabemos da necessidade da existência de profetas, sendo este o nosso objetivo, levantar-se em um posicionamento profético, mas é sempre bom questionar as motivações. Por isso estamos aqui para transmitir a nossa visão.
Certa vez ouvimos uma observação de A.W. Tozer que dizia: “Se o Espírito Santo fosse retirado da Igreja neotestamentária 90% de suas atividades cessariam imediatamente, hoje esta porcentagem cairia para 10%”. E temos que admitir que hoje dependemos mais do marketing do que da ação do Senhor. Nos sentimos a igreja de Éfeso assentada nas alturas,mas não passamos da Éfeso do Apocalipse que abandonou o primeiro amor. E apesar da alegria algumas vezes demonstrada, vemos movimento e não avivamento, entusiasmo e pouco arrependimento, fervor...
É triste. Muito triste... Mas como diz Leonard Ravenhill: “Pode haver tumulto sem avivamento, mas não pode haver avivamento sem tumulto”. E este é o nosso clamor, um “tumulto santo”, um toque que nos marque, um transbordar de poder que nos traga de volta aos verdadeiros valores do Reino de Deus e da Sua maravilhosa Presença.
Esta é a nossa motivação como ministério, o despertamento pela Presença de Deus, as ativação dos dons do Espírito no meio da Igreja e o cumprimento de Sua vontade.
Assim o ministério Transbordando na unção vem por meio da adoração das ministrações e da Palavra servir a Igreja e trabalhar para sua edificação.
olá, brother passei aqui para deixar esse texto do pastor stenio q achei interessante parece com alguns caras q agente conhece.grande abraço:
ResponderExcluirv Os pastores buscam o bem das ovelhas e não os bens das ovelhas.
v Os pastores gostam muito mais do convívio do que de reuniões.
v Os pastores vivem a sombra da cruz e não de holofotes.
v Os pastores choram por suas ovelhas e não fazem suas ovelhas chorar.
v Os pastores possuem autoridade espiritual e não são autoritários e dominadores.
v Os pastores tem esposas e não coadjuvantes.
v Os pastores tem fraquezas não são poderosos.
v Os pastores olham nos olhos e não contam cabeças.
v Pastores são ensináveis e não são donos da verdade.
v Pastores colecionam amigos e não admiradores da eficiência.
v Pastores se relacionam com outros pastores e não competem.
v Pastores vivem de salário, lobos enriquecem
v Pastores ensinam com a vida e não com o discurso.
v Pastores são humanos, reais; lobos são personagens religiosos, caricaturas.
v Pastores vão para o púlpito e não para o palco.
v Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas e não pelo crescimento das ofertas.
v Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si e para a instituição.
v Pastores são usados por Deus e não usam as ovelhas em nome de Deus.
v Pastores se deixam conhecer e lobos se distanciam e escondem.
v Pastores sujam os pés na estrada e não vivem pisando em palácios e templos suntuosos.
v Pastores alimentam as ovelhas e não se alimentam das ovelhas.
v Pastores buscam a discrição e não a autopromoção.
v Pastores pregam a graça enquanto que lobos vivem sem lei e pregam a lei.
v Pastores usam as Escrituras como texto; lobos as usam como pretexto.
v Pastores se comprometem com o projeto do reino e não com projetos pessoais.
v Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas e os lobos perpetuam a sua infantilidade.
v Pastores pregam o evangelho e não fazem propaganda do evangelho.
v Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas; lobos lidam com técnicas pragmáticas e jargões religiosos.
v Pastores são simples e comuns e não vaidosos.
v Pastores possuem dons, lobos somente cargos e títulos.
v Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
“Cuidado com os falsos profetas. Eles vem a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.” Mt 7.15
Pr. Stênio Verde